Já faz tempo que as mensagens automáticas deixaram de ser um simples complemento para se tornarem parte da essência do relacionamento digital. Escrevendo esse artigo, lembro de quando comecei a receber aquelas mensagens frias no LinkedIn: “Olá, vamos nos conectar”. Sinto dizer que, na maioria das vezes, minha reação era ignorar ou até bloquear quem me abordava assim. Com o tempo, percebi que muitos profissionais acabam perdendo excelentes oportunidades só por não entenderem o valor da personalização, mesmo em abordagens automatizadas.

A minha proposta aqui é um pouco diferente do que costumo ver por aí. Não falo sobre automação pensando em volume, mas em relacionamento. Principalmente porque, no InChat, acredito que não é preciso ser trabalhoso crescer no LinkedIn, é possível gerar conexões reais e negócios sem abrir mão da qualidade.

Por que a personalização mudou o jogo das automações?

Vivemos saturados de mensagens. Todo dia, alguém tenta chamar a atenção com scripts batidos, emojis forçados e promessas duvidosas. O que faz a diferença? Muitas vezes, uma comunicação mais personalizada, ainda que automatizada, é o que separa a conexão genuína da rejeição instantânea. Veja só: segundo um estudo do governo brasileiro, 75% dos consumidores demonstram preferência clara por receber mensagens personalizadas de empresas.

Curiosamente, venho notando que algumas pessoas confundem automatizar com enviar uma mensagem igual para todo mundo. Isso é um erro. Personalizar não significa perder tempo em cada caso, mas adaptar a comunicação de maneira inteligente a diferentes perfis. Em outras palavras, humanizar o atendimento automático pode ser seu maior diferencial.

Duas pessoas conversando em laptops, ambiente profissional moderno Automação sem personalização é só barulho digital.

O risco da comunicação robótica

Uma dificuldade comum que vejo em consultorias é a resistência em adotar automações porque “vai parecer robô”. Não tiro a razão. Eu mesmo, ao receber mensagens automáticas notoriamente robóticas, sinto um desconforto quase imediato. Essa sensação não é só minha: pesquisa da Folha de S.Paulo mostrou que 60% dos usuários tendem a evitar qualquer conversa que remeta a um robô.

Ou seja, existe um risco real de afastar parceiros em potencial pela falta de tato digital. Mas, e se a automação pudesse ser vista quase como uma extensão do seu próprio jeito de falar? Na minha experiência, é possível. Basta usar inteligência e ferramentas que permitem modular a comunicação, trazendo identidade própria para o contato.

Como criar mensagens automáticas realmente personalizadas?

Para fugir daquele clichê “mensagem de robô”, costumo sugerir um roteiro que já funcionou comigo e com clientes do InChat:

  • Chame a pessoa pelo nome: Simples, mas pouco usado de modo verdadeiro. Seja na abertura ou nos detalhes. Isso já quebra o padrão impessoal.
  • Mencione algo do perfil ou da publicação: Citei um post, uma conquista, ou um interesse pessoal? Pronto. Você já demonstra que existe alguém minimamente atento do outro lado.
  • Mensagem curta, mas focada no valor: Explique claramente por que aquela conversa talvez faça sentido para ambos. Faço muito isso quando mando um guia gratuito ou um link direto sobre o tema do post debatido.
  • Evite chamar para reunião ou venda logo de cara: Nada mais “robótico” que aquela abordagem de vendas direta sem contexto.
  • Adote uma linguagem levemente informal (mas respeitosa): Isso cria clima de proximidade, e não de intimação ou obrigação.

Separo aqui um exemplo concreto:

Olá, Maria! Vi que você compartilhou um artigo sobre tendências em IA, muito alinhado com o que tenho estudado no InChat. Posso te encaminhar um guia prático sobre como acelerar o networking usando automação inteligente?

Percebe como soa natural? Isso é o contrário daquelas mensagens engessadas, que abrem com “Prezado (a), parabéns pelo perfil profissional…”

O papel do InChat: automação inteligente com propósito

Com o InChat, o objetivo não é só mandar milhares de mensagens automáticas para LinkedIn, mas sim gerar conversas que podem evoluir para reuniões ou parcerias. Para isso, crio fluxos de automação que respeitam o timing de cada contato, monitoram as interações e permitem ajustes automáticos com base em respostas recebidas.

Gosto muito desse modelo porque alia escala e cuidado. Não à toa, um estudo do G1 mostra que 80% das empresas que apostaram em personalização nas automações viram subir o engajamento. Ou seja, não é só sobre parecer mais humano, mas também colher mais resultados reais.

Fluxo de automação com ícones de LinkedIn e personalização Erros clássicos ao usar automação (e como não cair neles)

Ao longo dos anos, vi muitos profissionais tropeçando nas mesmas pedras. Não preciso listar todos, mas alguns são especiais:

  • Ignorar o contexto da conversa: Já recebi mensagens oferecendo coisas que nada tinham a ver comigo ou com minha área de atuação. Isso afasta imediatamente.
  • Usar linguagens genéricas demais: O relatório do governo brasileiro mostra que 70% dos consumidores se frustram ao receber mensagens automáticas genéricas, o que reforça porque é preciso adaptar cada fala ao mínimo contexto da pessoa.
  • Responder de forma atrasada ou robótica: Automatize o básico, mas reserve respostas mais complexas ou delicadas para interações humanas. Se necessário, indique isso na automação.
  • Exagerar nos emojis e nas expressões informais: Eles ajudam, mas tudo tem limite.

A personalização não precisa ser perfeita. Só precisa ser autêntica.

Como escolher o tom certo sem soar exagerado

Eu sempre penso: como abordaria essa pessoa, se tivesse encontrado em um evento presencial? Costumo ler a mensagem em voz alta antes de enviá-la, para sentir se há estranheza, exagero ou alguma apatia escondida naquelas palavras. Isso me ajuda a acertar no tom.

Outra dica pessoal é apostar em perguntas abertas. Ao invés de engatar logo uma oferta ou pedir algo direto, abro espaço para participação do contato:

O que você tem visto de mais interessante em automação por aqui? Compartilha comigo?

Esse tipo de pergunta sinaliza diálogo e não um “monólogo automatizado”. Isso faz diferença, acredite.

O impacto da personalização nas vendas e no engajamento

Quando comecei a experimentar automações mais cuidadosas, notei um aumento claro nas respostas positivas e interações. Depois, passando a trabalhar com InChat, ficou ainda mais evidente: ao tornar as mensagens mais próximas do cotidiano de quem as recebe, os resultados aparecem. Por exemplo, 85% dos clientes demonstram maior propensão a comprar de empresas que usam mensagens com algum grau de personalização, como apontou estudo publicado pela Folha de S.Paulo.

Outro ponto interessante e pouco debatido: automação personalizada também diminui o desgaste da equipe de vendas, pois filtra contatos mais quentes e poupa energia com perfis que, claramente, não vão evoluir naquela etapa. O InChat é desenhado para exatamente essa função: economizar tempo, mas sem abrir mão do toque humano.

Homem apertando a mão de alguém digitalmente, tela do LinkedIn ao fundo Conclusão: mensagens automáticas no LinkedIn com mais humanidade dão resultado

Admito: não existe fórmula mágica. Mas, quanto mais me aprofundo no universo das mensagens automáticas no LinkedIn, mais percebo que comunicação personalizada é o caminho para gerar negócios e conexões verdadeiras. O InChat nasceu justamente para isso, ajudar empresas B2B a crescerem no LinkedIn sem bloqueios, sem depender de equipes gigantes e sem aquele sentimento de que estamos só apertando botões no escuro.

Se você quer um LinkedIn mais humano, com leads que respondem e reuniões de verdade, minha dica é simples: personalize, mesmo quando automatizar. E, se quiser saber como transformar seus comentários e interações em conversas produtivas, convido você a conhecer melhor o InChat e tudo o que ainda podemos fazer juntos.

Perguntas frequentes sobre mensagens automáticas no LinkedIn

O que são mensagens automáticas no LinkedIn?

Mensagens automáticas no LinkedIn são comunicações pré-definidas enviadas de forma programada para contatos, facilitando o primeiro contato, envio de conteúdos ou acompanhamento de oportunidades sem exigir intervenção humana a todo momento. No InChat, essas mensagens ajudam a manter conversas ativas e personalizadas, sem parecer algo mecânico.

Como personalizar mensagens automáticas no LinkedIn?

Personalize incluindo o nome do contato, citando características do perfil, mencionando interesses comuns ou algo publicado recentemente pela pessoa. Ferramentas como o InChat permitem criar fluxos automáticos que usam essas informações para adaptar cada mensagem ao contexto do destinatário.

Vale a pena usar mensagens automáticas no LinkedIn?

Sim, quando usadas com personalização e respeito ao contexto, essas automações aumentam o engajamento e melhoram a experiência do usuário, além de economizar tempo. Estudos mostram que empresas que optam pela personalização conseguem mais respostas e chances de negócios.

Quais erros evitar nas mensagens automáticas?

Evite o uso de linguagem genérica, excesso de formalismo ou informalidade, abordagens invasivas e enviar propostas comerciais sem contexto. Ignorar o perfil do destinatário ou não oferecer valor real pode afastar potenciais clientes.

Como não parecer robótico no LinkedIn?

O segredo é adotar um tom natural, usar frases curtas, incluir perguntas abertas e demonstrar que existe uma intenção genuína de diálogo. Personalização e contato humano são fundamentais, mesmo em mensagens automáticas.

Thiago